PH URINARIO

TIPO DE EXAME:

Urina

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MATERIAL

Urina amostra isolada

MEIO(S) DE COLETA

Tubo cônico.

PRAZO

1 dia útil

REALIZAÇÃO

Segunda à Sexta

VOLUME MÍNIMO

5 mL

MÉTODO

MÉTODO TIRA REAGENTE

INSTRUÇÕES DE PREPARO

Outros: Manter a ingestão habitual de líquidos.

INSTRUÇÕES DE COLETA

Coletar em frasco apropriado preferencialmente a primeira urina da manhã ou com intervalo mínimo de 4 horas após a última miccção. Desprezar o primeiro jato de urina e sem interromper a miccção, coletar o jato médio.

INSTRUÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO

Transportar refrigerado (2°C a 8°C).

INSTRUÇÕES DE ESTABILIDADE

A amostra é estável por até 24 horas refrigerada entre 2°C e 8°C.

INSTRUÇÕES DE REJEIÇÃO

Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.

INTERPRETAÇÃO

Os pulmões e os rins são os principais reguladores do equilíbrio ácido-básico do organismo. A determinação do pH urinário é importante por ajudar a detectar possíveis distúrbios eletrolíticos sistêmicos de origem metabólica ou respiratória, também pode indicar algum distúrbio resultante da incapacidade renal de produzir ou reabsorver ácidos ou bases.
No indivíduo saudável, o pH urinário pode variar de 4,5 a 8. A urina ácida pode ser produzida por uma dieta rica em proteína de carne, em algumas frutas e no diabetes melito mal controlada (acidose). Urina alcalina pode ser consequente de uma dieta rica em certas frutas e vegetais, especialmente as frutas cítricas, em períodos pós-prandial, em uso medicamentos alcalinizantes e em pacientes com infecção no trato urinário.
Valores aumentados de pH podem ser indicativos de bacteriúria, insuficiência renal crônica, alcalose metabólica, obstrução pilórica, alcalose respiratória, acidose tubular renal, acidose respiratória, infecção do trato urinário. Valores diminuídos indicam alcaptonúria, desidratação, diabetes mellitus, diarréia, acidose metabólica e fenilcetonúria. 

DOENÇAS RELACIONADAS

Insuficiência renal crônica, Acidose tubular renal, Diabetes mellitus, Cálculos renais